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O que é Epilepsia?

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Epilepsia pode ser definido do ponto de vista médico como "a ocorrência de paroxismos transitórios de descargas neuronais excessivas ou descontroladas, que pode ser devido a um grande número de fatores que levam às crises". A apresentação ou manifestação da doença difere de indivíduo a indivíduo, dependendo da localização das descargas epiléticas no cérebro do paciente e sua propagação.

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Uma pessoa somente poderá receber o diagnóstico de epilepsia se houver crises recorrentes, isto é, deverá ter ao menos dois ou mais episódios similares não provocados em um intervalo de pelo menos 24 horas. Dessa forma, o primeiro episódio de uma crise deve ser chamada "crise epiléptica" e não epilepsia.
A epilepsia pode pode também ser dividido em epilepsia ativa e inativa. A epilepsia ativa pode ser conceituada como duas ou mais crises epilépticas nos últimos cinco anos que não são provocadas por nenhuma causa imediatamente identificada.

Uma crise epiléptica é um evento na qual um indivíduo não está ciente sobre o que acontece ao seu redor, seja completa ou parcialmente. Vários movimentos motores , como tremores dos braços, fenômenos sensoriais como sensação de receber um choque elétrico em uma área específica; experiências comportamentais como medo, confusão mental ou mesmo distúrbios autonômicos como como salivação excessiva, incontinência urinária ou liberação esfincteriana pode ocorrer associados com essas sensações alteradas. As crises epilépticas ocorrem inesperadamente e cessam repentinamente, muitas vezes sem a necessidade de intervenção médica.
Usualmente as crises são muito breves, levando de poucos segundos a alguns minutos. Somente em casos muito raros será contínuo, resultando no chamado "status epilepticus", ou seja, crises com duração de mais de 30 minutos, sem a retomada de consciência entre os ataques. Não é incomum, entretanto, parentes relatarem crises que duram horas. Isto se deve ao fato de considerarem o período em que o paciente encontra-se sonolento ou brevemente confuso como período de crise. Tal período de sonolência e alguma confusão é chamado clinicamente como "período pós-ictal". Este fenômeno pode durar poucas horas, raramente por mais de um dia, mas a pessoa que presenciou a crise frequentemente confunde este período como parte do ataque e o refere como uma crise de longa duração.

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